momentos preciosos!
Filhas, noras gostaram do meu móbile de galinhas . Juntas fizemos dois móbiles, um porta-tesouras e um agulheiro . Gostei do resultado!
Comemorar o Sete de Setembro é um gesto de cidadania, é um gesto de amor à nossa pátria Brasil; é um gesto de valorização pessoal e coletiva, aliado ao orgulho de ser brasileiro. E é, acima de tudo, a aceitação de que somos os protagonistas da história da independência iniciada há 188 anos e retratada nos dias atuais. Hoje, em pleno século 21, muitos domínios nos impedem de projetar uma vida melhor: a corrupção desenfreada, a fome que mata, a falta de moradia básica, o ativismo da vida diária, a mídia que impõe limites negativos, os membros das famílias que não dialogam entre si, o envolvimento com drogas, a falta de compromisso com as responsabilidades pessoais e sociais, o descaso das autoridades para com o povo, e tantos outros fatores destrutivos que percebemos e sentimos no viver histórico de nossas vidas. No entanto sabemos que a história é feita por pessoas e são as pessoas que podem modificar a realidade que hoje vivenciamos. Estas pessoas somos nós. Cada um de nós, no ser e no agir do dia-a-dia, tem grande importância para a modificação das relações com as pessoas e com a sociedade. São pequenos gestos que praticamos ou que precisamos aprender a praticar, dentro de um padrão de valores benéficos e úteis à vivência de uma respeitosa convivência social, que, somados um a um, poderão tornar a história brasileira uma história de real significado de independência. Para isto é preciso incorporar em cada um de nós a cultura da participação efetiva, da conservação precisa, do bem querer necessário, do respeito viável e da paz promovedora da justiça. Assim, poderemos nos orgulhar da nacionalidade à qual pertencemos e da história que estamos ajudando a reconstruir e construir, cotidianamente. Somos um país formado por pessoas talentosas, criativas, inteligentes, batalhadoras, fortes e hábeis, e precisamos unir nossas forças para vivermos melhor e sermos realmente felizes. É preciso acreditar, agir e participar da necessária transformação da história brasileira. Todos unidos num mesmo ideal, projetando e realizando ações para torná-lo realidade. O que hoje é independência ilusória, brevemente poderá ser uma realidade vivenciada.
"Ainda que eu seja capaz de falar todas as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, as minhas palavras são como o badalar de um sino ou o barulho de um chocalho. Ainda que eu tenha o dom de falar em nome de Deus e possa conhecer os seus planos e saber tudo; ainda que eu tenha uma fé capaz de transportar montanhas, se não tiver amor, não presto para nada. Ainda que eu dê em esmolas tudo o que é meu; ainda que me deixe queimar vivo, se não tiver amor, isso de nada me serve. O amor é paciente e prestável. Não é invejoso. Não se envaidece nem é orgulhoso. O amor não tem maus modos nem é egoísta. Não se irrita nem pensa mal. O amor não se alegra com uma injustiça causada a alguém, mas alegra-se com a verdade. O amor suporta tudo, acredita sempre, espera sempre e sofre com paciência. O amor é eterno. As profecias desaparecem; as línguas acabam-se; a ciência passa. Pois, tanto as nossas profecias como a nossa ciência são imperfeitas. Quando chegar aquilo que é perfeito, tudo o que é imperfeito desaparece. Quando eu era criança, falava como criança, sentia como criança e pensava como criança. Depois, tornei-me adulto e deixei o modo de ser de criança. Agora, vemos as coisas como num espelho e de maneira confusa. Depois, vemo-las frente a frente. Agora, o meu conhecimento é imperfeito, mas depois vou conhecer como Deus me conhece a mim. Agora, existem três coisas: fé, esperança e amor. Mas a mais importante é o amor. ( I Coríntios 13 ")
Quem conquista uma vida feliz? Será que são as pessoas mais ricas do mundo, os políticos mais poderosos e os intelectuais mais brilhantes? Não! São os que alcançam qualidade de vida no palco da sua alma. Os que se libertam da prisão do medo. Os que superam a ansiedade, vencem o mau humor, transcendem os seus traumas. São os que aprendem a velejar nas águas da emoção. Tu sabes velejar nessas águas ou passas a vida a afundar-te?